13 de setembro de 2010

Deputado britânico descobre que mulher era prostituta

O deputado britânico Mike Weatherley está na ribalta, após revelações de que a mulher era prostituta em três bordéis ingleses.

A Grã-Bretanha vive mais um escândalo ligado à prostituição. Segundo o jornal "Sunday Mirror", a mulher com quem o deputado conservador Mike Weatherley foi casado até há pouco, uma brasileira chamada Carla, é uma prostituta.

O jornal diz que Carla, de 39 anos, trabalha em três bordéis ingleses com nomes falsos, cobrando 70 libras (cerca de 84 euros) por hora. "Gosto disto aqui: clientes simpáticos, pessoas simpáticas, lugar simpático e bom dinheiro", terá dito Carla a um jornalista encoberto do "Sunday Mirror".

Mike Weatherley, de 53 anos, faz parte da nova vaga de deputados que chegou ao Parlamento com o atual primeiro-ministro, David Cameron. Carla, casada há sete anos com Weatherley - que já tinha sido casado anteriormente - chegou a ser fotografada, há dois meses, em visita ao Parlamento. O deputado garante, porém, que estão separados desde fevereiro. "Ainda estou chocado com a notícia" confessou Weatherley ao "Sunday Mirror".

A história do casal começou há dez anos, no Rio de Janeiro, Brasil. onde Weatherley estava em trabalho. Já nessa altura Carla seria prostituta. Em 2003, casaram-se em Brighton, tendo a profissão oficial de Carla sido declarada como "dona de casa". Em 2007, Carla regressou ao Brasil, mas Weatherley pediu-lhe que voltasse a Inglaterra para o apoiar na campanha eleitoral deste ano.

FONTE: http://aeiou.expresso.pt/deputado-britanico-descobre-que-mulher-era-prostituta=f602591

Cidade americana proíbe o uso de calças descaídas

Imagina um lugar em que usar calças descaídas passou a ser tão condenável quanto a masturbação ou fornicação em público? Esse lugar fica em Dublin, na Geórgia, EUA.

Não é anedota. O presidente da Câmara da cidade norte-americana de Dublin, no estado da Georgia, deverá assinar na próxima terça-feira uma lei proibindo o uso de calças descaídas.

De acordo com os critérios estéticos deste político o cidadão que ousar prevaricar usando calças ou saias que revelem mais do que é permitido deverá pagar 200 dólares (cerca de 150 euros) de multa.

Esta insólita lei, criada pelo pelo controverso presidente de Câmara, Phil Best, não tolerará aos cidadãos que revelem mais do que três centímetros de pele ou roupa interior, caso contrário serão julgados no mesmo enquadramento jurídicos dos atos de masturbação, fornicação e urinar em público. Apetece citar o carismático jornalista Fernando Peça: "E esta, hein?"

FONTE: http://aeiou.expresso.pt/cidade-americana-proibe-o-uso-de-calcas-descaidas=f602762

Matou marido e dormiu três dias com o cadáver

Um mulher, de 63 anos, foi detida pela Polícia Judiciária, em Lisboa, depois de ter assassinado o marido à facada e à martelada. Ao lado do cadáver, dormiu durante três dias. A vítima estava quase cega e a agressora andava em tratamento psiquiátrico.

O homicídio terá ocorrido na quarta-feira, à noite, mas só foi descoberto anteontem, sábado, de manhã, quando a filha do casal, cerca das 11 horas, bateu à porta dos pais, para os visitar, em Santo Antão do Tojal, uma freguesia do concelho de Loures.

A agressora terá saído no dia em que praticou o crime do Hospital Júlio de Matos, em Lisboa, onde estava a receber tratamento psiquiátrico com regularidade. A doença era conhecida de todos, mas ninguém esperava aquele desfecho. “Como é que ela foi fazer aquilo?”, perguntam os vizinhos.

Com efeito, segundo vizinhos do casal adiantaram ao JN, a filha, com cerca de 30 anos, ao entrar na casa dos pais, deu com a mãe deitada na cama, enquanto o pai, conhecido por Zé do Metro, de 65 anos, por ter sido empregado do Metro de Lisboa, estava caído no chão, morto. A vítima apresentava vários hematomas e ferimentos, provocados por uma arma branca e por um martelo, que se encontravam também no chão, juntamente a uma corda.

No entanto, o casal sempre tivera um passado de conflito, aparentemente devido a uma relação extra-conjugal que o marido terá tido quando a filha do casal ainda nem 10 anos tinha.
“O marido saiu de casa para ir viver com outra mulher e ela é que ficou, sozinha, a criar a filha”, contou, ao JN, Maria da Conceição, moradora também na localidade.

Terá sido por essa razão que a presumível agressora, Glória, começou a sofrer depressões, condição de que nunca mais se libertaria. A casa, uma modesta vivenda na Travessa de Ivone Silva, já era então do casal, “mas só tinha as paredes”, contou, por sua vez, Júlio Santos, de 53 anos.

Glória, sem outra casa, acabou por ir residir na vivenda, que praticamente só tinha paredes. ?Olhe, sabe como é que ela fazia? Acabou uma divisão, vivia lá, e ia fazendo assim, até estar tudo acabado, mas foi ela quem pagou tudo?, apontam as vizinhas.
Sem recursos, era comum os moradores de Santo Antão do Tojal verem a Glória todos os dias passar no centro da localidade carregada com sacos de roupa para ir vender no Metropolitano de Lisboa, onde o marido trabalhava. “Coitada, foi assim que ela criou a filha, sem ninguém a ajudá-la”, recordou Maria da Encarnação.

Um dia, passados mais de dez anos, apareceu-lhe o marido à porta, a mulher que com ele vivera e por quem abandonara a casa tinha falecido e “ele não devia ter mais lado nenhum para onde ir”, recorda Júlio Santos. Glória não o quereria receber, mas a filha terá pedido à mãe para aceitar de novo o pai.

Mas o ambiente não melhorou por isso e, bem pelo contrário, ter-se-á agravado. Várias vizinhas testemunham conflitos frequentes entre o casal.

Na rua, no entanto, ninguém dava por nada. Ele, devido à diabetes, acabou por ficar quase cego e, para andar na rua, já só o podia fazer com uma bengala. Atrás vinha sempre a Glória, meio titubeante, os medicamentos e as depressões a dificultarem-lhe os movimentos.

E nunca mais deixou o tratamento hospitalar, num ambiente mental cada vez grave e conflituoso. No sábado à noite, acabou por confessar ter assassinado o marido e manteve-se três dias perto do cadáver.

FONTE: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1661222

8 de setembro de 2010

Magalhães na gaveta

Lançado em 2007 como grande bandeira do primeiro governo de Sócrates, o computador portátil Magalhães parece estar cada vez mais encostado a um canto nos lares portugueses. "A minha filha Rita usa pouco o Magalhães e quando o faz é para jogar. Nunca levou o computador para as aulas", disse ao CM Isabel Reis, de 47 anos, secretária e mãe de uma aluna do 4º ano, em Lisboa. O registo é semelhante ao de todos os pais ouvidos pelo CM. "O meu filho Igor, de 10 anos, praticamente não o usa, prefere outro que temos em casa. Só o levou uma vez para a escola, não foi estimulado a usar mais. Gastei 50 euros para nada", conta Susana Duarte, de 31 anos, monitora num colégio privado em Lisboa.

De acordo com o Governo, o programa e.escolinha já distribuiu 412 713 Magalhães. As famílias dos alunos pagaram directamente 12 milhões de euros e a Acção Social Escolar 50 milhões de euros. E a ministra da Educação, Isabel Alçada, já anunciou que no arranque do ano lectivo serão distribuídos outros 250 mil, que custarão mais de 50 milhões de euros aos contribuintes.

Os professores apontam o dedo ao Governo pela escassa utilização do portátil. "O Magalhães chegou às escolas como elemento de propaganda do Governo e não como instrumento de trabalho de alunos e professores", disse ao CM Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, criticando a falta de acções de formação para melhor preparar os docentes.

Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), considera que a má escolha dos conteúdos explica o facto de os Magalhães não estarem a ser mais bem aproveitados. "O Ministério da Educação teve dificuldade em definir melhor os conteúdos ligados ao computador para tornar o Magalhães um instrumento incontornável e de grande utilidade nas escolas. É preciso também mais formação de docentes na área das TIC [Tecnologias de Informação e Comunicação]", afirmou ao CM.

A pedopsiquiatra Ana Vasconcelos reconhece que "muitas vezes o Magalhães é posto a um canto" e responsabiliza os pais: "Muitos pais vêem o Magalhães como uma consola de jogos e não investem o suficiente para que os filhos possam tirar mais do portátil." Como sucede noutras situações, a falta de tempo dos pais para os filhos é um problema.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/magalhaes-na-gaveta

Preços altos nos combustíveis: Cavaco recebe carta

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) queixou-se dos preços excessivos dos combustíveis em carta ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e à Comissão Europeia, após alertas para indícios de concertação de preços no mercado português.

"O ACP sempre teve razão ao denunciar a inoperância da Autoridade da Concorrência (AdC) face aos preços excessivos dos combustíveis que lesam gravemente os consumidores", refere a carta, enviada ao Presidente da República, ao primeiro-ministro, ao ministro da Economia e aos grupos parlamentares portugueses, a que a agência Lusa teve acesso.

Na segunda-feira, o anúncio, pela Galp, da abertura de um posto de gasolina de baixo custo, levou o ACP a dizer que a petrolífera portuguesa lhe deu razão, chamando a atenção para os indícios de concertação no preço da venda de combustíveis ao público.

"O ACP há mais de um ano que denunciou indícios de concertação de preços das gasolineiras", lembrou na segunda feira o clube, que fez já uma denúncia à Comissão Europeia, em carta enviada ao comissário da Concorrência, Joaquín Almunia.

Na carta aos responsáveis políticos portugueses, o ACP refere que, desde Outubro de 2008, tem vindo a denunciar a "inoperância" do regulador da concorrência português face aos excessivos preços dos combustíveis.

"A resposta da AdC foi sendo sucessivamente a mesma: não há nada a perturbar a livre concorrência. Mesmo perante o espanto do ministro da Economia, a propósito dos preços excessivos praticados em Portugal, a AdC manteve a resposta - o mercado funciona", diz a carta.

O clube refere que, de toda a União Europeia, Portugal é o país que pratica os segundos preços mais caros nos combustíveis, mesmo antes de impostos, depois da Grécia.

"A situação foi prontamente justificada por sermos um país periférico, onde o mercado teria pouca dimensão e estaria em redução. E também que se as gasolineiras baixassem 1 cêntimo no preço dos combustíveis, Portugal teria outro lugar no ranking, mas que em todo o caso as diferenças seriam mínimas para o consumidor", diz a carta.

O ACP prossegue considerando que, "uma semana depois, a Galp - que detém uma posição dominante no mercado e controla o sector desde a importação até à distribuição - apresenta a Galp Base para concorrer directamente com os postos 'low-cost' de hipermercados e independentes, numa altura em que se conheceu o seu enorme crescimento no mercado nacional" e que a gasolineira justifica a "mudança de posição" com factores empresariais.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/precos-altos-nos-combustiveis-cavaco-recebe-carta

Custo da dívida pública dispara

Empréstimos contraídos por Portugal vão custar, no próximo ano, 7,18 mil milhões de euros. Por dia, são cerca de 20 milhões de euros.

Os encargos com a dívida pública portuguesa vão disparar em 2011: em Março deste ano, muito antes de a crise financeira ter abalado a dívida soberana de vários países europeus, o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), organismo responsável pela gestão da dívida da República Portuguesa, já previa que a despesa com os juros dos empréstimos contraídos por Portugal irá ascender, no próximo ano, a quase 20 milhões de euros por dia.

Por força das necessidades de financiamento da forte subida do spread dos juros cobrados a Portugal em 2010, o IGCP prevê, segundo o seu relatório e contas de 2009, que no próximo ano a dívida pública tenha um custo total de 7,18 mil milhões de euros, um aumento de 34 por cento face aos 5,36 milhões de euros de despesa com juros prevista para este ano.

Só que a despesa com os juros dos empréstimos contraídos por Portugal poderá crescer ainda mais em 2011, devido ao aumento da desconfiança dos investidores sobre as economias de Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia. Ontem, o spread dos juros cobrados a Portugal pela emissão de Obrigações do Tesouro (OT) atingiu um máximo histórico quando comparado com o preço pago pelas obrigações alemãs a 10 anos, consideradas o investimento mais seguro da Europa: a taxa de juro da dívida pública portuguesa com maturidade a 10 anos chegou a 5,795 por cento. E os ‘credit default swap’ (CDS), seguros feitos pelos investidores para se protegerem do risco de incumprimento dos Estados, também aumentaram.

Com o custo do financiamento público a ficar mais caro, Portugal enfrenta hoje um teste à sua capacidade de atracção de investidores para a dívida pública: durante a manhã, o IGCP vai emitir dívida pública em OT entre 750 milhões de euros e 1,25 mil milhões de euros.

Cada uma destas linhas terá uma emissão mínima de 300 milhões de euros.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/custo-da-divida-publica-dispara

Viúva de vítima paga julgamento

Mulher de homem assassinado em casa, a tiro de caçadeira, obrigada a pagar o dobro do valor que o homicida vai ter de pagar em taxas judiciais.

O crime passional remonta a Janeiro de 2009 e aconteceu na Manta Rota. O companheiro de Ana Paula, Cândido Rocha, foi brutalmente assassinado com um tiro de caçadeira disparado por Humberto Crespim, o homem com quem Ana Paula manteve um relacionamento amoroso e teve uma filha há 13 anos.

O Tribunal de Vila Real de Santo António julgou o caso e, em Outubro do ano passado, condenou Humberto Crespim a 22 anos e seis meses de cadeia (ver caixa). Meses depois, a viúva e a mãe, Maria Assunção – que chegou a estar sequestrada pelo assassino na noite do crime e escapou a um disparo de caçadeira – foram notificadas para pagar 2917,20 euros e 448,80 euros, respectivamente. Os valores são relativos a taxas de justiça, dinheiro que a família diz não ter. "Não tenho dinheiro para comer, quanto mais para pagar ao tribunal", desabafou ao CM, em desespero, Ana Paula Candeias.

A viúva e a mãe quiseram, segundo o advogado António Barata Pires, "ajudar o tribunal a fazer justiça e constituíram-se assistentes no processo, mas ainda foram prejudicadas". Nunca pensaram era que iriam ter de pagar custas judiciais mais altas que o próprio assassino, que foi condenado a pagar 1456,92 euros, metade do que a viúva foi notificada para pagar.

De lágrimas nos olhos, Ana Paula diz não compreender como é possível o tribunal querer obrigá--la a pagar o dobro do valor a que o homicida foi condenado. "Não compreendo. Fiquei sem o marido e agora tenho que pagar o julgamento do assassino", diz, revoltada. O defensor António Barata Pires lamenta ao CM que o Estado "castigue quem procura defender os seus interesses, sem olhar às condições sociais de cada um".

"PERDI O MEU MARIDO E ESTOU NA MISÉRIA"

A vida de Ana Paula depois da morte do companheiro tornou-se um inferno. "Perdi o marido e estou na miséria", disse, desesperada, a mãe de duas filhas. O dinheiro que ganha é insuficiente para pagar as contas e sustentar a família. "Ganho cerca de 500 euros e pago de renda mensal de casa 420 euros", lamenta. A filha mais velha começou a trabalhar para ajudar a levar comida para casa. Mesmo assim, a situação financeira da família é muito complicada, o que já levou Ana Paula a vender um motociclo para conseguir pagar as contas. A Câmara de Vila Real de Santo António, logo a seguir ao crime, ajudou a viúva com produtos alimentares, mas o apoio terminou. Chegou a prometer-lhe "uma casa no bairro social da Manta Rota, mas a habitação foi entregue a outra família", lamenta Ana Paula.

TRIBUNAL NEGOU INDEMNIZAÇÃO À FAMÍLIA

Humberto Crespim foi condenado pelo tribunal a 22 anos e seis meses de prisão, em cúmulo jurídico, por homicídio qualificado, homicídio qualificado na forma tentada, sequestro e posse e uso de arma proibida. Quanto ao processo civil de indemnização à mulher da vítima (que sofreu várias ameaças), e à sogra (que foi sequestrada na cozinha e escapou a um tiro de caçadeira disparado na sua direcção), foi rejeitado. O tribunal alegou que Ana Paula Candeias não era casada legalmente com a vítima mortal e, por isso, não tinha qualquer direito a receber indemnização, apesar de também ter sido vítima.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/viuva-de-vitima-paga-julgamento

Finge leucemia para receber prendas

“Revoltado e furioso” são os adjectivos encontrados por Michael O’Connell para descrever o seu estado de espírito, depois de ter descoberto que a sua mulher, com quem casou a 2 de Maio, fingiu sofrer de leucemia para conseguir prendas.

Michael e Jessica Vega, ambos de 23 anos, conheceram-se há dois anos no Instituto Culinário de Manhattan, em Nova Iorque, e daí nasceu uma história de amor. Este ano, decidiram dar o nó, já após o nascimento da filha, Lily, agora com 11 meses.

Antes da cerimónia, Jessica anunciou que sofria de leucemia. “Pensei que ela estava a morrer e queria dar-lhe tudo o que quisesse antes que isso acontecesse”, afirmou Michael, em declarações ao jornal ‘Daily News’. A doença sensibilizou igualmente os 60 convidados que assistiram à cerimónia e que não pouparam esforços para mimar Jessica. Desde o vestido de noiva, às alianças e até uma lua-de-mel em Aruba, a jovem recebeu um pouco de tudo.

Mas a mentira tem perna curta e Michael acabou por descobrir toda a trama quando ligou para a clínica, onde supostamente a mulher era acompanhada, e ficou a saber que esta nunca ali tinha sido paciente. Acusando o marido de ser violento, Jessica garantiu que tinha uma carta que lhe diagnosticava leucemia e justificou que possa ter ocorrido um erro médico.

Quem já não acredita na história é o marido que está pronto para avançar para o divórcio. “Quero que a verdade venha ao de cima, se isso significar que ela tenha de ir para a cadeia, que vá. Tem de pagar pelo que fez”, advertiu.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/finge-leucemia-para-receber-prendas

3 de setembro de 2010

Técnicos do INEM sem formação para socorrer

Mais de metade dos serviços de emergência são feitos com técnicos de transporte.

A grande maioria das ambulâncias ao serviço do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) opera com técnicos sem formação para o socorro. Mais de metade das tripulações apenas está credenciada para transporte de doentes e não dispõe de conhecimentos para aplicar técnicas de socorro e de emergência, que permitem salvar vidas. A associação e sindicato dos técnicos falam em "compadrio e ilegalidade".

Mais de metade dos serviços de emergência do INEM são feitos com técnicos de transporte e não de socorro, como determina a lei. De acordo com os mapas destes serviços, a que o DN teve acesso, apenas nos distritos de Beja e Coimbra a maioria dos serviços é feita por técnicos de socorro (TAS) formados para controlar hemorragias, efectuar manobras de reanimação cardio-respiratória, realizar partos e imobilizar traumatizados, como determina a lei para as guarnições das ambulâncias de socorro e que operam na emergência.

No resto do País, são os técnicos de ambulância de transporte (TAT), "que apenas podem conduzir a ambulância, quem faz estes serviços", alerta o presidente da Associação de Técnicos de Emergência. Nelson Baptista assegura que "é o próprio INEM que incentiva esta ilegalidade, porque sempre pagou os serviços diferenciando quando são feitos por TAS ou por TAT, que recebem menos 40%".

Nelson Baptista lembra que "foram formados quatro mil TAS mas apenas dois mil estão ao serviço. É preferível pagar menos, com ilegalidades, do que pagar a quem tem formação completa e específica para prestar socorro". No final, "são os sinistrados quem mais sofrem ao não terem os cuidados de emergência que julgam que estão a ter".

O presidente do Sindicato Nacional dos Técnicos de Emergência alerta para uma situação de "compadrio" em que "ao INEM não interessa fiscalizar a formação das tripulações". Ricardo Rocha explica que "o INEM precisa das tripulações da Cruz Vermelha e dos bombeiros e não as pode fiscalizar, porque isso implicava abdicar de grande parte das tripulações".

O sindicalista avisa que "ao efectuar serviços de emergência com TAT não se garante às populações socorro com técnicos credenciados". A esperança reside na nova carreira de técnico de emergência médica que "estará regulamentada no final do ano, para que o socorro de emergência seja feito por quem tem conhecimentos e competências para tal".

O DN pediu esclarecimentos ao INEM, que não foram prestados até ao fecho da edição.

FONTE: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1653441

Usa arame farpado na perna para evitar apetite sexual

Existem várias formas de inibir os desejos sexuais, entre produtos químicos e naturais a escolha é ampla, mas Sarah Cassidy, uma britânica de 43 anos, decidiu optar por um método mais radical e... doloroso: um cilício, ou seja, um cinto composto por arame farpado colocado na coxa da perna durante a noite, com o objectivo de mortificar e penitenciar quem o utiliza.

A mulher, directora de uma escola primária no Reino Unido, é solteira, não tem filhos e afirma que nunca manteve relações sexuais.

Ao jornal ‘Daily Mail’, a britânica destacou ainda que abomina drogas, não bebe álcool e quer continuar virgem, colocando o objecto de punição duas horas diárias para não ter apetite sexual.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/usa-arame-farpado-na-perna-para-evitar-apetite-sexual